..,,..eles(as) deixaram na cidade-estado o conhecimento em forma de afetos suas vidas vividas na realidade nos níveis cidade, província, nação e planeta : ...adaeternum : eternamente...R.I.P. - "É usado quando alguém morre e significa "rest in peace" --expressão em inglês para "descanse em paz".
sábado, 5 de maio de 2018
Alex, da ALN, spin Estudante
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Após 42 anos, Estado reconhece que corpo era de Alex
http://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2014-03/apos-42-anos-restos-mortais-de-estudante-morte-pela-ditadura-sao
A Comissão da Verdade do Estado de São Paulo "Rubens Paiva" realizará em parceria com a Comissão Nacional da Verdade audiência pública nos dias 24 e 25 de fevereiro de 2014 sobre oito casos de militantes da Ação Libertadora Nacional (ALN). Nesta ocasião, serão tratados os assassinatos de: Alex de Paula Xavier Pereira, Gelson Reicher, Iuri Xavier Pereira, Ana Nacinovic Corrêa, Marcos Nonato da Fonseca, Arnaldo Cardoso Rocha, Francisco Emanuel Penteado e Francisco Seiko Okama.
Para esta audiência, a Comissão Nacional da Verdade convocou agentes públicos acusados de participação nas violações dos militantes da ALN.
https://www.al.sp.gov.br/noticia/?id=355421
Comissão da Verdade
O caso Alex e outros
http://comissaodaverdade.al.sp.gov.br/mortos-desaparecidos/alex-de-paula-xavier-pereira
Alex e |Iuri
http://memoriasdaditadura.org.br/biografias-da-resistencia/iuri-e-alex-de-paula-xavier-pereira/index.html
terça-feira, 1 de maio de 2018
Norma Bengell, spin atriz
Por raq_uel, no LNO
De O Globo
Presa a dívidas, a uma cadeira de rodas e sem trabalho, Norma Bengell quer voltar ao cinema
André Miranda
A atriz Norma Bengell em sua casa na Gávea: aos 75 anos, ela quer voltar a atuar / Foto Mônica Imbuzeiro
RIO - Numa sala espaçosa, na casa onde mora, na Gávea, Norma Bengell passa o dia num canto, sentada numa poltrona, vendo TV. Ao alcance da mão, uma garrafa d'água e dois maços de cigarro. Quando precisa se levantar, aperta uma campainha e chama a acompanhante, Vilma Gomes, que trabalha para ela há duas décadas. Para virar o corpo para a foto, ela tem dificuldades; para mudar o braço de posição, também. Aos 75 anos, sem filhos e viúva, a mulher que foi uma das principais estrelas do país, presente na música, no teatro, na TV e, sobretudo, no cinema, passa semanas sem sair de casa, sem uma fonte de renda regular há mais de um ano e, diz, sem poder saldar as dívidas acumuladas. Norma quer voltar a filmar.
quinta-feira, 26 de abril de 2018
Roberto Rosselini, spin cineasta
Cineasta italiano, foi um dos nomes mais importantes do cinema neo-realista. Nasceu em Roma, Itália, em 1906. Interessou-se por cinema influenciado pelo avô, que era proprietário de uma casa de espetáculos. Após realizar curtas-metragens amadores, começa como assistente de direção. Trabalha como supervisor de diversos filmes, como L'Invasore (1943), de Nino Giannini, antes de fazer Roma, Cidade Aberta (1945), um clássico do neo-realismo, cujas maiores inovações residem na busca de uma linguagem direta com um baixo custo de produção, na adoção de uma temática social e na utilização de atores não-profissionais, entre as quais Ana Magnani, com quem era casado nesta ocasião. Realizado durante a II Guerra Mundial (1939-1945), Roma, Cidade Aberta situa de forma dramática a luta da resistência italiana contra a ocupação nazista.
Em 1946 Rossellini realizou Paisá, tido como a obra-prima do cinema neo-realista. Na sua filmografia ainda merecem destaque Alemanha, Ano Zero (1947) e Stromboli (1949). Na década de 1950, teve um romance turbulento com a atriz Ingrid Bergman, do qual nasceu a também atriz Isabella Rossellini. Além de ter dirigido outros filmes, realizou trabalhos para a televisão educativa.
Faleceu em Roma em 1977.
http://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/JK/biografias/roberto_rosselini
Nota do Spin Memorial
Link para a imagem que ilustra o post
https://pt.wikipedia.org/wiki/Roberto_Rossellini
E isso
Descartes, por Rosselini
Nota do Spin Memorial
Link para a imagem que ilustra o post
https://pt.wikipedia.org/wiki/Roberto_Rossellini
E isso
Descartes, por Rosselini
Nelson Pereira dos Santos

Nelson Pereira dos Santos, por Oscar D'Ambrosio
O diretor de cinema Nelson Pereira dos Santos faleceu, aos 89 anos, no último sábado, 21 de abril, Dia de Tiradentes, no Rio de Janeiro. Precursor do Cinema Novo, fez, pelo menos, um filme imortal, 'Vidas Secas' (1963), uma aula de como levar uma obra literária ímpar para uma linguagem cinematográfica densa e pungente.
Nascido em 1928, em São Paulo, SP, atuou também como diretor, produtor, roteirista, montador, ator e professor. Primeiro cineasta a integrar a Academia Brasileira de Letras, transformou em filme outro livro inesquecível de Graciliano Ramos, 'Memórias do Cárcere' (1984), numa atuação magistral do ator Carlos Vereza.
Trabalhou também com obras de Jorge Amado, como 'Tenda dos Milagres' (1975/6) e 'Jubiabá' (1987). E como esquecer do poético 'A Terceira Margem do Rio' (1994), talvez o melhor conto de Guimarães Rosa! E fez ainda 'Raízes Do Brasil - Uma Cinebiografia de Sergio Buarque de Hollanda (2003), importante jornada para tentar entender o Brasil. Nessa pincelada por seus trabalhos, duas imagens são eternas: a do sertanejo Fabiano matando a cadelinha Baleia em 'Vidas Secas', seguramente uma das melhores cenas (e por que não a melhor?) já filmadas no cinema nacional; e, em 'Memórias do Cárcere', a dos presos auxiliando Graciliano a levar para fora da cadeia seu texto biográfico.
Saudades, mestre Nelson!
Suas imagens eternas te mantém vivo!
O autor é mestre em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Unesp e doutor em Educação, Arte e História da Cultura.
por Redação RBA publicado 11/02/2017
'Simplesmente Nelson' reúne praticamente todas as obras do cineasta além de filmes nos quais ele participa como editor, produtor ou assistente e ainda documentários que retratam sua vida e arte.
Não há como tratar sobre a história do cinema nacional sem falar sobre o cineasta paulista Nelson Pereira do Santos, precursor do Cinema Novo e um dos mais respeitados diretores brasileiros de todos os tempos. Prestes a completar 90 anos de vida e 69 de carreira, ele recebe uma homenagem em forma de mostra, que exibe até 22 de fevereiro 30 filmes na Caixa Cultural São Paulo. Simplesmente Nelson também conta com sessão comentada e masterclass. Segundo os organizadores, esta pretende ser a mais completa mostra já realizada sobre o cineasta.
Nelson Pereira dos Santos, spin cineasta
Nelson Pereira dos Santos, por Oscar D'Ambrosio
O diretor de cinema Nelson Pereira dos Santos faleceu, aos 89 anos, no último sábado, 21 de abril, Dia de Tiradentes, no Rio de Janeiro. Precursor do Cinema Novo, fez, pelo menos, um filme imortal, 'Vidas Secas' (1963), uma aula de como levar uma obra literária ímpar para uma linguagem cinematográfica densa e pungente.
O diretor de cinema Nelson Pereira dos Santos faleceu, aos 89 anos, no último sábado, 21 de abril, Dia de Tiradentes, no Rio de Janeiro. Precursor do Cinema Novo, fez, pelo menos, um filme imortal, 'Vidas Secas' (1963), uma aula de como levar uma obra literária ímpar para uma linguagem cinematográfica densa e pungente.
Nascido em 1928, em São Paulo, SP, atuou também como diretor, produtor, roteirista, montador, ator e professor. Primeiro cineasta a integrar a Academia Brasileira de Letras, transformou em filme outro livro inesquecível de Graciliano Ramos, 'Memórias do Cárcere' (1984), numa atuação magistral do ator Carlos Vereza.
Trabalhou também com obras de Jorge Amado, como 'Tenda dos Milagres' (1975/6) e 'Jubiabá' (1987). E como esquecer do poético 'A Terceira Margem do Rio' (1994), talvez o melhor conto de Guimarães Rosa! E fez ainda 'Raízes Do Brasil - Uma Cinebiografia de Sergio Buarque de Hollanda (2003), importante jornada para tentar entender o Brasil. Nessa pincelada por seus trabalhos, duas imagens são eternas: a do sertanejo Fabiano matando a cadelinha Baleia em 'Vidas Secas', seguramente uma das melhores cenas (e por que não a melhor?) já filmadas no cinema nacional; e, em 'Memórias do Cárcere', a dos presos auxiliando Graciliano a levar para fora da cadeia seu texto biográfico.
Saudades, mestre Nelson!
Suas imagens eternas te mantém vivo!
O autor é mestre em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Unesp e doutor em Educação, Arte e História da Cultura.
domingo, 22 de abril de 2018
Marcus "Matraga" Vinicius, spin professor
Ele era amigo da minha amiga Deusdet do Carmo Matins in memoriam
Wilson Senne
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A hora e vez do prof. Marcus Matraga
Nunca vi alguém se identificar tanto com um personagem de Guimarães Rosa a ponto de reclamar para si o apelido: Matraga. Tanto mais por não se tratar de um herói invejável, ao contrário, o Matraga de Rosa é vítima de uma emboscada, no início do conto, e morre de tiro, ao final.
Mas as coincidências param por aí: o personagem Augusto Matraga morreu num duelo em praça pública e cercado por testemunhas, enquanto o prof. Marcus Matraga foi vítima de um tiro na nuca numa estrada deserta, com tudo indicando um covarde crime de mando, sob circunstâncias que ainda estão sendo investigadas (tomara!).
Não se sabe ainda se o assassinato teve motivações políticas; comentou-se desde logo que o prof. Vinicius pudesse estar envolvido como mediador em conflito de terras indígenas. Mas, banalizada como anda a criminalidade, também pode ter sido vitimado por muito menos. De todo modo, a possibilidade de uma tal motivação política, em se tratando do prof. Matraga, tem toda procedência e precisa ser investigada.
Desde que o conheci, logo que chegou na Bahia, em 1990, o prof. Vinicius apresentou-se como alguém que, se tinha pouca bagagem acadêmica (ele ainda estava inscrevendo-se no mestrado), já acumulava, em compensação, um bocado de experiência com a militância política, com forte envolvimento com a reforma sanitária e a luta antimanicomial. Mesmo depois, enquanto consolidou carreira acadêmica com dedicação exclusiva, Vinicius nunca deixou de se vincular intensamente com um "lado de fora" político-institucional e relativo às práticas profissionais da psicologia - com destaque para sua participação nos Conselhos da categoria e junto ao Ministério da Saúde.
Esta foi, creio, sua principal contribuição para a formação em psicologia: a ligação visceral com os temas e problemas do presente histórico, o sentido de um "compromisso" com o social inseparável da atividade crítica, ou melhor, da praxis de uma crítico-clínica - exercício de uma reflexão que era também engajamento político e luta. Além de dezenas de publicações acadêmicas, o prof. Matraga deixou registro ainda mais extenso de sua presença em congressos, seminários, encontros... Falar aos quatro ventos era com ele mesmo. Lembro do prof. Matraga ao microfone em cima de um caminhão de som, em manhã de domingo, liderando uma passeata do Orgulho Louco a caminho do Farol da Barra... Seu ativismo também não dispensava o uso das redes sociais, com média de várias participações diárias durante anos, sobre os assuntos de interesse geral com os quais desde sempre se envolveu " desigualdade social, políticas públicas, direitos humanos, reforma psiquiátrica, saúde mental, clínica psicossocial...
sábado, 21 de abril de 2018
Deusdet do Carmo Martins, spin psicóloga
O nome de Deusdet.....a lembrança que eu tenho dela: quando eu estava assim meio fora do mundo ordinário, ela em silencio mas me olhando assim de forma discreta como quem dissesse: tudo bem, estamos aqui...
Ontem, no V Festival de Cinema Sem Fronteira, o spin cineasta Lourival Belém, ao falar de seu filme que havia acabado de ser exibido, falou da luta antimonicomial, então pensei que ele poderia ter conhecido D=Deusdet do Carmo Martins.
Já do lado de fora da sala de exibição do Cine Lumiere, no Banana Shopping, conversando com ele, o mesmo me disse que havia conhecido Deusdet, que ela havia sido para ele uma espécie de mãe...
E pensei comigo: uma Mãe Preta...carinhosa...mãe...
terça-feira, 13 de março de 2018
Oscar Niemeyer, spin arquiteto, deixou 525 mensários
O video ai não abriu, na fale ele defende Lula em sua fala à agencia francesa, aliás, isso a Glxxxbo não mostra, pois quem defendia Lula era censurado pelo Poder Verbalizador comandado pelos irmãos Marinho...
sábado, 7 de maio de 2011
Adrian Cowell, spin cineasta, humano
Adrian Cowell, spin cineasta, humano
Primeira tentativa de contato com os índios Kreen-Akarore (Panará) realizada pelos Irmãos Villas Bôas. Abertura do longa metragem de autoria do diretor Adrian Cowell.
Chico Mendes: eu quero viver (1989)
Direção: Adrian Cowell e Vicente Rios
"Meu sonho é ver toda esta floresta conservada, porque nós sabemos que ela pode garantir o futuro de todas as pessoas que vivem nela. E não é só isso. Eu acredito que em alguns anos a Amazônia pode se tornar uma região economicamente viável, não apenas para nós, mas para a nação, toda da humanidade e todo o planeta. Não quero flores em meu funeral porque sei que elas seriam tiradas da floresta. Só desejo que meu assassinato sirva para por fim à impunidade de pistoleiros que são protegidos pela Polícia Federal do Acre. Se um mensageiro descesse do céu e garantisse que minha morte ajudaria a fortalecer nossa luta, ela até valeria a pena. A experiência nos ensina o contrário. Não é com grandes funerais e manifestações de apoio que iremos salvar a Amazônia. Eu quero viver [...]" (Citação de Francisco Mendes Filho, líder nacional dos seringueiros e presidente dos Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri-AC. Assassinado no dia 22 de dezembro de 1988 a mando de latifundiários da região" (COWELL, 2010, não paginado).
14/10/2011 17:22:10
Morre em Londres, aos 77 anos, o cineasta da floresta
ISA
A notícia da morte de Adrian Cowell, na noite de segunda-feira (10/10), por complicações respiratórias, surpreendeu familiares e amigos. Conhecido como incansável defensor da floresta, Adrian celebrizou-se pelos documentários que fez para a televisão britânica sobre a destruição da floresta amazônica e seus impactos sobre as populações indígenas e ribeirinhas. Escreveu livros também nos quais, tais como nos documentários, registrou a colonização da Amazônia e sua destruição nas décadas de 1980 e 1990.
Seu livro A Década da Destruição, publicado em 1990, tornou-se leitura obrigatória em tempos pré-Rio-92, com capítulos específicos sobre o Parque Indígena do Xingu, Rondônia e o líder seringueiro Chico Mendes. A partir de suas incursões pela Amazônia, produziu e dirigiu uma série de documentários que se tornaram célebres como Nas cinzas da floresta, Matando pela terra, Montanhas de Ouro e A morte de Chico Mendes. Os três prêmios da British Academy (BAFTA), o Prêmio International Emmy Founders e ainda os quatro Golden Gate que recebeu foram o reconhecimento público ao seu trabalho.
A carreira de cineasta teve início em 1956, quando esteve na América do Sul pela primeira vez e em 1957, aos 23 anos, foi à Amazônia pela primeira vez, em uma caravana de jovens cineastas. Anos mais tarde, entre 1980 e 1990, Cowell registrou em fotos, vídeos e por escrito a colonização da Amazônia, o desmatamento e as campanhas ambientalistas pela preservação da floresta, além da morte de Chico Mendes, da criação das primeiras reservas extrativistas e do primeiro contato com os índios Uru Eu Wau Wau. Dois de seus livros tratam de sobre povos indígenas no Brasil: The Heart of the Forest e The Tribe that Hides from Man. A morte repentina de Cowell surpreendeu sua família e seus amigos, ocorrida na noite de ontem (10/10), em Londres, por complicações respiratórias.
A pesquisadora Stela Penido, da Fiocruz, companheira de trabalho de Cowell,contou que ele chegaria ao Rio no dia 12, dois dias antes de sua morte, para finalizar com ela e seu co-diretor Vicente Rios a versão em português do filme Killing for Land (ou Matando pela terra), inédito no Brasil, sobre assassinatos no sul do Pará. Este filme é um dos que integra A Década da Destruição e nunca foi traduzido para o português para não comprometer as pessoas que deram depoimentos denunciando os assassinos.
A floresta e o povos da floresta sentirão a ausência de mais um de seus incansáveis defensores.
(ISA)
Fonte: Mercado Ético
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